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Minha Casa Minha Vida reduz deficit habitacional do país

Estudo da Fiesp aponta retração anual de 2,8% entre 2010 e 2014, com destaque para as regiões Norte e Nordeste


O Minha Casa Minha Vida foi decisivo para a redução anual média de 2,8% no deficit habitacional brasileiro entre 2010 e 2014. A conclusão é de estudo da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) divulgado em fevereiro. Isso significa que nada menos do que 742 mil famílias concretizaram o sonho da casa própria no período.
Segundo a pesquisa, a redução foi puxada pelas regiões Norte (-6,4% ao ano) e Nordeste (-3%), mas incluiu todas as regiões do país. Entre os estados, a Bahia se destacou, respondendo sozinha por 115,6 mil das famílias que compraram ou receberam moradias, ou 16% do total. Na outra ponta, a o Sudeste teve o resultado mais discreto (queda de 1,1% ano).  
"Esse é o viés social do Minha Casa Minha Vida, o de melhorar a qualidade de vida das pessoas. Pelo lado econômico, o programa já se mostrou capaz de gerar empregos e movimentar a cadeia produtiva da construção ", avalia o diretor do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp, Carlos Eduardo Auricchio. "É necessário criar condições para sustentar os investimentos e manter o ritmo de contratações, para continuar eliminando o deficit, ainda alto."
O estudo da Fiesp utiliza a metodologia de cálculo da Fundação João Pinheiro (FJP), a mesma que serve de referência ao Ministério das Cidades. Por ter melhorado a vida dos brasileiros e sido bem-sucedido nas regiões mais carentes, Auricchio defende que o programa de habitação seja transformado em política de Estado, mantendo-se intocável mesmo com a troca do comando dos governos nos níveis federal, estadual e municipal.
"Isso garantirá a sua continuidade até que a carência de moradias no país seja sanada, traria a regularidade e segurança necessárias para que os investimentos ocorram. A indústria da construção possui grande capacidade de atuar nesse processo, se houver condições financeiras", observa Auricchio.

Ao estimular a adoção de novas tecnologias, argumenta ele, o Minha Casa Minha Vida garantiria obras de melhor qualidade e menor tempo de execução. Além disso, haveria impacto positivo em toda a economia, uma vez que o setor de construção emprega 13% da força de trabalho e representa 10% do PIB brasileiro.​
Moradia digna
Para o diretor de Habitação da CAIXA, Teotonio Rezende, os números da pesquisa da Fiesp só reforçam a importância do Minha Casa Minha Vida para a melhoria da qualidade de vida população que mais precisa. "As unidades habitacionais, em sua maioria, estão destinadas ao segmento que representa mais de 90% do deficit habitacional e que não tem acesso à moradia digna por meio de financiamentos convencionais", ressalta ele.
De acordo com a CAIXA, dos 1,7 milhão dos 4,2 milhões de imóveis contratados desde o início do programa em 2009, contemplaram famílias com renda mensal inferior a R$ 1,6 mil em todas as regiões do Brasil. Somadas àquelas de igual renda que compraram moradias por meio da faixa 2, Rezende estima que mais metade das contratações do Minha Casa Minha Vida atendeu à população de baixa renda. 
Prioridade 
Para a terceira etapa programa, cujas contratações devem começar no primeiro semestre de 2016, Rezende adianta que o foco seguirá nas famílias baixa renda. A criação da faixa 1,5, pedido antigo tanto dos empresários da construção civil quanto dos movimentos sociais, irá ampliar o alcance dos financiamentos para pessoas com renda até R$ 2,35 mil, por exemplo.​

Novas regras do crédito imobiliário começam a valer nesta quinta-feira (24)

Cota dos imóveis usados subirá de 50% para 70% no caso de trabalhadores da iniciativa privada


​As novas regras anunciadas pela CAIXA para facilitar o financiamento de imóveis em todo o país começam a valer nesta quinta-feira (24). O objetivo do banco é reaquecer o mercado e manter os níveis de emprego no setor da construção civil. Entre as medidas está a elevação da cota de imóveis usados, que passou de 50% para até 70% do seu valor para trabalhadores da iniciativa privada e 80% para servidores públicos.
Em maio de 2015, a CAIXA havia reduzido esse percentual, no caso dos imóveis usados, para 50% e 60%, respectivamente. A CAIXA somou R$ 91,1 bilhões em novas contratações de crédito imobiliário em 2015, mantendo a liderança do mercado com participação de 67,2% – duas de cada três operações fechadas, portanto. 
Segundo a presidenta da CAIXA, Miriam Belchior, a expectativa é elevar o volume de contrações em 13% em 2016, o equivalente a 64 mil unidades habitacionais a mais. O banco já dispõe de R$ 90 bilhões em recursos para igualar o resultado de 2015 ou mesmo ultrapassá-lo​. A elevação da oferta contará com recursos adicionais do Fundo de Garantia. Dos R$ 22,5 bilhões liberadospelo Conselho Curador do FGTS em fevereiro , R$ 16,1 bilhões (72%) serão destinados à CAIXA.

Financiamento do segundo imóvel 
O aumento da fatia financiável vale também para aqueles interessados em adquirir um segundo imóvel com recursos da CAIXA. A operação, suspensa em 2015, voltou a ser oferecida. A ideia é facilitar a mudança para um imóvel maior para aqueles que desejavam, mas não conseguiam vender a  primeira casa antes para dar entrada.
A regra vale também para quem quer comprar o segundo imóvel, seja para investimento ou para outro integrante da família, e manter o que já tinha. "As condições são as mesmas do primeiro imóvel. Dessa forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para negociar melhor a venda do primeiro que iria servir para comprar o novo",  explica o vice-presidente de Habitação da CAIXA, Nelson Antonio de Souza.
Recursos do FGTS 
A CAIXA também foi autorizada pelo Conselho Curador do FGTS a usar R$ 10 bilhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). O banco irá investir R$ 6,7 bilhões destes R$ 10 bilhões aprovados para o financiamento de imóveis de R$ 225 mil a R$ 750 mil, dependendo da região do país.
Com as novas regras, a CAIXA espera aumentar a concessão de crédito imobiliário em 2016. "Com essas medidas nós vamos melhorar as condições de financiamento, vamos aquecer o setor da construção civil, ajudando a manter emprego e a renda aos trabalhadores do setor", ressaltou Miriam Belchior.

CAIXA REDUZ A PARTIR DE HOJE TAXAS DE JUROS EM ATÉ 88%

Programa CAIXA Melhor Crédito trará beneficio imediato para mais de 25 milhões de clientes
 
A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (09) o programa CAIXA Melhor Crédito, que visa à democratização do acesso ao crédito para as famílias brasileiras e melhores condições de financiamento para micro e pequenas empresas.
 
CAIXA Melhor Crédito tem quatro grandes pilares: redução acentuada das taxas de juros, aumento do volume de recursos disponíveis ao mercado, valorização dos clientes (atuais e de novo relacionamento) e orientação para o crédito consciente.
 
“Ao implantar este programa a CAIXA reafirma o seu posicionamento de instituição financeira que oferece as melhores condições de crédito e de maior respeito ao cliente, e avança para um novo patamar”, disse o presidente da CAIXA, Jorge Hereda.
 
De acordo com Hereda, o CAIXA Melhor Crédito promove uma queda histórica de juros que beneficia todos os clientes, independente de sua condição atual de relacionamento.
 
O CAIXA Melhor Crédito priorizará as micro e pequenas empresas, destinando mais R$ 10 bilhões para o setor. Além disso, engloba os principais produtos para as pessoas físicas e beneficia de imediato 25 milhões dos atuais clientes e todos que iniciarem relacionamento com a CAIXA, que oferecerá orientação para melhor gestão financeira das famílias e empresas.
    
“A CAIXA está aberta a todos os brasileiros que quiserem se relacionar conosco, sempre com as melhores condições”, afirmou Hereda.
 
Os clientes com maior relacionamento terão vantagens adicionais, como isenção de tarifas, refinanciamento de dívidas, prazos alongados e melhores taxas em aplicações financeiras.
 
Para este ano, a CAIXA programou um volume de concessão de crédito da ordem de R$ 300 bi, 24% superior ao que foi contratado durante todo o ano de 2011. Para os principais produtos envolvidos no programa está prevista uma contratação que alcançará R$ 71 bi entre abril e dezembro de 2012.
 
PESSOA FÍSICA
Cheque Especial:
A redução de juros anual do cheque especial da CAIXA chega a 67%. Os clientes com crédito salário terão redução de 8,18% a.m. para 3,50% a.m. Os demais clientes terão taxa máxima de 4,27% a.m., podendo chegar a 1,35% a.m., dependendo do relacionamento.
 
Todos os atuais clientes do cheque especial com taxa superior a 4,27% a.m. terão taxa reduzida a esse patamar retroativamente ao início de abril.
 
O impacto desta redução será sentido imediatamente pelos clientes. Para se ter uma idéia, um cliente que estiver utilizando um limite de R$ 2.000,00 terá uma economia anual em sua despesa média de juros de aproximadamente R$ 1.000,00.  
 
As novas taxas vão beneficiar 5 milhões de clientes que já utilizam o crédito. Atualmente, a CAIXA possui 13,1% do mercado de Cheque Especial.
 
Cartão de Crédito:
A CAIXA reduziu em 40% as taxas de juros anuais no rotativo para todos os clientes dos cartões Nacional, Internacional e Gold.
Além disso, a CAIXA lança um novo produto – o Cartão Azul CAIXA, com taxa do rotativo de apenas 2,85% a.m para clientes que recebem salário no banco. Clientes que contratarem esse novo cartão nacional terão taxas reduzidas de 12,86% para 2,85% a.m. (corte de 87% na taxa anual). Uma das novidades do produto é o Programa de Pontos para descontos na anuidade do cartão.
As reduções da CAIXA com os cartões de crédito vão beneficiar, de imediato, seis milhões de clientes.
 
Crédito Direto CAIXA – CDC:
No CDC, crédito pessoal direto na conta corrente, a taxa anual também foi reduzida em 34%, passando de 5,40% para 3,88% a.m. Para clientes com conta salário, a taxa do CDC foi reduzida em 54%,  passando de 4,65% para 2,39% a.m.
 
A base atual do CDC tem 4,2 milhões de clientes e todos serão beneficiados pelas reduções das taxas. O cliente com conta salário, por exemplo, terá uma economia de R$ 3.500,00 em um empréstimo de R$ 10.000,00 em 24 vezes.
 
 
Crédito Consignado:
O crédito consignado teve uma redução significativa na sua taxa de balcão, passando de 2,82% para 1,95% a.m, redução de 34% na taxa anual. Para os convênios com empresas que operam com taxa mínima, as taxas também caíram, passando de 1,29% para 1,20% a.m.
 
Para os aposentados, as taxas são ainda menores. No consignado INSS, a redução ocorreu na taxa máxima, que caiu de 2,14% para 1,80% a.m. Nos prazos menores, a taxa é de 0,84% a.m., uma das melhores do mercado. 
 
As reduções da CAIXA no Consignado beneficiarão 15 milhões de aposentados e empregados de empresas convenentes.  
 
Financiamento de Veículos:
Para aquisição de veículos novos e usados, a taxa mínima foi reduzida para 0,98% a. m. podendo variar até 2,25% a.m. de acordo com: prazo, cota de financiamento, idade do veículo e relacionamento do cliente.
 
Benefícios para Servidores com Conta Salário:
A CAIXA lançou também um pacote de benefícios para os servidores públicos. O novo pacote oferece vantagens em tarifas, crédito, cartões, investimentos e produtos da seguradora.
 
Entre os benefícios agregados estão a isenção de tarifas por um ano e condições diferenciadas em várias linhas de crédito, como por exemplo: 3,5% a.m. no cheque especial, isenção da 1ª anuidade nos cartões de crédito e taxa de 2,85%a.m. no Cartão Azul Caixa, melhores taxas de remuneração para investimentos como CDB, Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Fundos de investimento com taxa de administração de 0,7% para valores a partir de R$20.000,00 (a ser lançado nos próximos dias), e descontos em produtos de seguro, previdência e consórcio.
 
As vantagens para conta salário beneficiarão de imediato 1,7 milhões de clientes
 
 
Crédito Azul CAIXA – Organização Financeira:
O banco lança o Crédito Azul CAIXA, dentro do CAIXA Melhor Crédito, que oferece diversas modalidades de crédito de acordo com as garantias ofertadas pelos clientes. Isso significa uma oportunidade para as famílias reorganizarem suas finanças por intermédio do acesso a linhas de crédito com melhores taxas e maiores prazos, sendo possível quitar suas dívidas mais caras e  ainda obter novos recursos para usar como quiser. A CAIXA vai oferecer orientação financeira para clientes e não clientes que desejarem reduzir sua prestação e o pagamento mensal de juros.
 

PESSOA JURÍDICA
 
Capital de Giro:
Na linha Giro CAIXA Fácil, crédito de capital de giro diretamente na conta corrente, a taxa passará de 2,72% para 0,94% a.m. (redução de 68,73% na taxa anual). Nesta modalidade, R$ 8 bilhões serão alocados para suprir a demanda por capital de giro, inclusive para novas empresas.
 
O prazo máximo de pagamento foi estendido de 18 meses para 40 meses, e os limites de contratação passam de R$ 60 mil para até R$ 1 milhão.
 
A CAIXA também reduziu a taxa para desconto de cheques e duplicatas. A taxa média passa de 1,72% a.m. para 1,25% a.m., um corte de 29,12% na taxa anual.
 
Além disso, a CAIXA está aumentando o limite de crédito das empresas. As novas condições proporcionarão benefícios para mais de 680 mil empresas, em sua maioria micro, pequenas e médias empresas.
 
Saiba mais acessando direto com a caixa : http://www1.caixa.gov.br/imprensa/noticias/asp/popup_box.asp?codigo=6911642#

Uso do empréstimo consignado para comprar carro rende economia de até 31%


       Aproveitar os preços em queda livre dos veículos usados pode render uma economia ainda maior para quem opta por fazer um empréstimo consignado para pagar à vista, em vez de usar o tradicional financiamento pelo Crédito Direto ao Consumidor (CDC).
      Uma pesquisa feita pelo EXTRA, usando como base taxas de juros médias de mercado, mostra que a opção pelo empréstimo com desconto em folha — disponível para funcionários públicos e aposentados do INSS — resulta em parcelas até 31% mais baratas na compra.
      Quanto menos dinheiro necessário, maior é a diferença entre as duas modalidades. Isso porque, ao contrário do consignado, que não tem nenhuma taxa embutida, usar o CDC gera um gasto extra de cerca de mil reais com as tarifas das financeiras.
      O vendedor da Alada Cars, na Intendente Magalhães, Humberto Júnior diz que tem crescido nos últimos meses a venda à vista, com recursos do crédito em folha:
— Os bancos estão mais rigorosos para aprovar o crédito pelo CDC. No consignado, por outro lado, não há esse problema. E ainda há vantagens, como o fato de o carro não ficar alienado: já sai da loja no nome do comprador, porque a venda é à vista.

 Desvantagens

      O servidor estadual aposentado Carlos Motta, de 51 anos, é um dos interessados em trocar de carro usando essa modalidade de crédito. Ele descobriu, porém, que está sem margem de crédito, por enquanto:
— Daqui a seis meses, estarei liberado para comprar. Optei pelo consignado por ter condições melhores.
Mas, para Luis Carlos Ewald, professor de Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV), é preciso ter cuidado ao usar o consignado.
— Pode até ter vantagens, mas é importante lembrar que esse dinheiro será descontado do salário todos os meses. Não há como atrasar o pagamento, nem em casos de emergência — ressalta.


Fonte de origem da repostagem: http://extra.globo.com/noticias/economia/uso-do-emprestimo-consignado-para-comprar-carro-rende-economia-de-ate-31-6467210.html

Veja se vale a pena trocar de banco para pagar juros menores

A redução das taxas de juros  pela Caixa Econômica Federal não beneficiam apenas os clientes deste banco, que passam a pagar menos pelo dinheiro que tomam emprestado. Quem possui contas nos bancos privados pode transferir suas dívidas à instituição bancária de sua preferência e, assim, pagar juros menores.

Isso é possível graças à portabilidade de crédito, que foi criada em 2006 e voltou a ficar em voga nos últimos dias, com os anúncios de cortes de taxas dos bancos públicos. De um lado, os bancos privados tentam conter a migração de clientes em busca de melhores condições de financiamento. Do outro, os bancos públicos buscam compensar a redução de suas margens com a expansão da base de correntistas. Para especialistas, esse movimento é saudável e quem sai ganhando é o próprio cliente.

“Se o cliente do banco percebe que está pagando uma taxa mais cara que a do mercado, pode transferir o crédito para o banco público em uma taxa menor”, diz Samy Dana, professor de Economia da FGV. A decisão dos bancos públicos de reduzir suas taxas está forçando outras instituições financeiras a fazer o mesmo, comenta Dana.
Santander, Itaú Unibanco e Bradesco afirmaram ao iG que ainda estão avaliando a possibilidade de reduzir suas taxas. Quem não quiser esperar, pode ter vantagem trocando de instituição financeira.
Para saber se vale a pena avaliar a possibilidade de migrar de um banco a outro, confira na tabela abaixo os juros cobrados pelas cinco maiores instituições bancárias do país para empréstimos pessoais, cartão de crédito e cheque especial.

BancosCheque EspecialCartão de Crédito
Caixa Econômica Federal7,97%*4,27% (nova taxa)9,47%
Banco do Brasil8,66%*8,31% (nova taxa)3,0%
Santander10,31%*Não informa
Bradesco8,78%*13,8%***
Itaú8,87%*Não informa
Fontes: * Dados do Banco Central até 28 de março/ **Procon-SP/***Site do Bradesco

Os números são do Banco Central, do Procon-SP, que fez o levantamento diretamente com os bancos, e das próprias instituições, nos casos das novas taxas anunciadas nos últimos dias.

Como fazer a portabilidade
Para levar o empréstimo a outro banco, basta exigir da instituição original as informações referentes à dívida. Com os dados em mãos, incluindo o valor dos juros, o saldo devedor, o número de parcelas, as garantias e o contrato, o cliente pode se dirigir ao banco com taxas mais baixas e pedir um novo empréstimo. Depois deve voltar ao banco anterior e quitar suas dívidas.
“Pode até dar um certo trabalho ir e vir de um banco para outro, mas o correntista não pode perder a oportunidade de fazer as coisas acontecerem no mundo das taxas estratosféricas,” comenta o consultor financeiro Humberto Veiga.

Quem ainda não tem dívidas, mas pretende tomar um empréstimo, deve ficar atento às novas taxas  da Caixa, anunciadas recentemente, pois são mais vantajosas do que as dos demais grandes bancos de varejo no Brasil.

Passo a Passo do Financiamento imobiliário CAIXA

Passo a Passo do Financiamento

1 --> Recepção de documentos pelo correspondente: comprador(es), vendedor(es) e imóvel
2 --> Abertura de conta/Produtos Caixa
3 --> Encaminhamento do Processo á gerência SFH
4 --> Analise Cadastral
5 --> Vistoria do Engenheiro
6 --> CHECK LIST
7 --> Emissão da Carta de Crédito
8 --> Resgate do FGTS (quando for o caso)
9 --> Assinatura de Contrato com a Caixa Econômica Federal
10 --> Entrada na Prefeitura
11 --> Recolhimento do Imposto (ISTI)
12 --> Registro em Cartório
13 --> Entrega da via do contrato na Agencia da Caixa


Cartilha completa em PDF: 
Cartilha do crédito imobiliário 
http://www.caixa.gov.br/Downloads/habitacao-documentos-gerais/Cartilha_Credito_Imobiliario.pdf

Despesas, financiamento imobiliário CAIXA.


Despesas

Despesas na CAIXA Na entrega da documentação:

- Aquisição de Produtos, Fidelidade CAIXA. – em média 1% do valor financiado*
- Consórcio pode ser a opção mais barata.

Despesas Finais:

-Goiânia
- Na Prefeitura: ISTI – 3,50% - SOBRE O VALOR PAGO A VISTA -0,50% - SOBRE O VALOR FINANCIADO

-Aparecida de Goiânia
ISTI – 2,50% - SOBRE O VALOR PAGO A VISTA - 0,50% - SOBRE O VALOR FINANCIADO

-Senador Canedo
ISTI – 2,00% - SOBRE O VALOR PAGO A VISTA - 0,50% - SOBRE O VALOR FINANCIADO

No Cartório:
- Registro/alienação- aproximadamente: 1% do valor da avaliação*

*valores sujeito a alteração

10 centavos.


Relação de documentos, financiamento imobiliário.

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS  

Do proponente pessoa física

1. Carteira de Identidade e CPF (do casal, se for o caso), Comprovante de Endereço;
2. Comprovante de Estado Civil; (Cert. de nascimento, Casamento, Atestado de Óbito, etc.)
3. Comprovante de Renda (do casal, se for o caso), Contracheques dos 03 últimos meses.
4. Cópia da CTPS (Todas as folhas preenchidas).
5. Declaração de Imposto de Renda (completa/com recibo de entrega na Receita),se renda declarável.
6. Extrato de movimentação bancária dos 03 últimos meses, contendo depósitos mensais referentes á renda recebida mensalmente.
7. Comprovante de despesas mensais dos 03 últimos meses c/ canhoto de pagamento ou autenticação;

*Todos os gastos e despesas que o proponente arcar mensalmente, como:(Aluguel, Energia, Telefone, Água, condomínio, Cartão de crédito e outros).

*NA UTILIZAÇÃO DE FGTS: Extrato de Conta vinculada para verificação do Saldo do FGTS;

SE PROPRIETÁRIO DE EMPRESA(S):

8. JUCEG ( Certidão Simplificada da Junta Comercial ) Atualizada(s), com validade por 30 dias;
9. Contrato Social da(s) empresa(s) e Última(s) alteração(ões) Contratual(is), se for o caso; Recolhimento de Pró-Labore dos 03 últimos meses;


Do vendedor pessoa física

1. RG e CPF - (do casal se for o caso) e Comprovante de Endereço Atualizado.
2..Comprovante de Estado Civil; (Cert. de nascimento, Casamento, Atestado de Óbito, etc.)
3. Comprovante de Conta Corrente na CAIXA

Do vendedor pessoa jurídica

1. JUCEG ( Certidão Simplificada da Junta Comercial ) Atualizada, com validade por 30 dias;
2. Contrato Social e Última alteração Contratual, se for o caso;
3. RG e CPF de todos os sócios (se casados, incluir dos cônjuges);
4. Comprovante de Endereço atualizado e de Estado Civil – (de todos os sócios);
5. Comprovante de Conta Corrente na CAIXA

Do imóvel

1. Certidão Atualizada de Inteiro Teor da Matrícula - original, com validade de 30 (trinta dias), Contendo: Registro atual, Ações reais e pessoais reipersecutórias; Quaisquer outros ônus incidentes sobre o imóvel.
2. Cópia do IPTU pago;
3. Cópia do Termo de Habite-se para comprovação de Imóvel Novo no PMCMV;
4. Cópia do ART da obra (Projeto e Execução)
Obs.: ART de levantamento, não substitui o de Projeto e Execução.
5. Formulário Caixa: Síntese de Memorial Descritivo, preenchido e assinado pelo Responsável Técnico do projeto e execução da obra e respectivo vendedor/construtor. (no caso de PMCMV )



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Consumo das famílias deve sustentar venda de materiais de construção

     A demanda por materiais de construção no próximo ano deve ser sustentada pelas compras das famílias, responsáveis por mais da metade do destino final da produção, diz a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
    Saiba mais
     De acordo com a entidade, os juros mais baixos, o câmbio mais alto e níveis de demanda preservados devem favorecer a produção da indústria nacional. “O cenário, que mostra sinais de recuperação do crescimento registrados entre junho e agosto foi parcialmente revertido em setembro, mas ainda assim, as condições macroeconômicas são mais favoráveis do que nos últimos meses de 2011”, diz a Abramat, em nota.
     A associação divulgou nesta terça-feira (6), em São Paulo, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), perspectivas do setor para 2013, além do estudo completo do Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos referente ao ano de 2011.
    Perfil de despesas das famílias
    O estudo identificou que o maior percentual de gastos das famílias está relacionado às compras dos serviços de construção, ou seja, a contratação de pedreiros, pintores ou empreiteiros, feita diretamente pelas famílias, com 42,4%.
Já a compra de materiais procedentes da indústria de transformação (cimento, tintas, metais sanitários, entre outros), ocupa a segunda colocação de consumo e corresponde a 36,7% dos gastos com construção. O setor de indústria extrativa (areia, pedra e brita) vem logo a seguir, com 20,9% das despesas.
    De acordo com a pesquisa, a classe de renda familiar mensal mais baixa (R$ 840) dispõe a maior parcela dos seus gastos para a compra de materiais procedentes da indústria de transformação (49,9%). A contratação de serviços corresponde a 33,9% e a indústria extrativa responde por 16,2%.
    Empregos
    Mais de 830 mil pessoas assumiram novos postos na cadeia. Contudo, houve uma redução de quase 60% na comparação com 2010, quando o número de ocupados aumentou em 1,992 milhão de pessoas.
    A Abramat destaca que a indústria de materiais sofreu com o menor ritmo de atividade das empresas de construção e com a maior penetração das importações.
    Previsão para 2012
    A Abramat deve revisar novamente para baixo a previsão de faturamento para este ano. Os dados ainda dependem do resultado das vendas de outubro, mas a expectativa é que a receita do setor, descontada a inflação, cresça entre 2% e 2,5% em 2012, ante uma estimativa anterior de um aumento de 3,4% em relação a 2011.
    Foi a segunda vez no ano que a Abramat revisou sua previsão. A primeira estimativa para 2012 apontava um crescimento de 4,5%.
    Segundo Walter Cover, presidente da associação, o principal problema vem sendo a demanda por parte de obras de infraestrutura. Em relação ao ano passado, as vendas para esse segmento devem recuar entre 20% e 25%, afirmou.
    O consumo de material de construção pelas famílias melhorou no segundo semestre deste ano, mas não com a rapidez necessária para reverter o quadro negativo nos demais segmentos. Em agosto, o varejo avançou bem, mas perdeu força em setembro. 'Não tenho os números fechados de outubro ainda, mas o varejo veio bem no mês, teve o desempenho que esperávamos para setembro', disse Cover ao Valor.
    Para 2013, a Abramat espera um crescimento entre 4% e 5%. O presidente afirma que a previsão otimista deve-se a dois fatores. O primeiro é que a base de comparação, o ano de 2012, será mais baixa por ter sido um ano fraco. O segundo, o cenário positivo, com a continuação do avanço do consumo das famílias e o destravamento das obras de infraestrutura.
    Com relação ao segmento imobiliário, a previsão da entidade é que a demanda mantenha-se estável, pois a queda de lançamentos na área deve ser sentida mais fortemente apenas a partir de 2014. 'Tudo isso permite traçar um cenário mais otimista, não um otimismo de 'oba, oba´, mas bem calcado, para 2013', afirmou Cover.

fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/11/consumo-das-familias-deve-sustentar-venda-de-materiais-de-construcao.html